Gosto de trabalhar. Gostei muito de ficar em casa, durante o período de amamentação, mas no final de cada um deles já desesperava por voltar ao activo. Mas o meu gosto por trabalhar é exactamente proporcional ao gosto por aquilo que o trabalho também me proporciona: tempo livre e dinheiro para fazer inúmeras outras coisas.
Programo fins-de-semana, saídas, idas ao cinema, ao teatro, a Londres, perco-me no ticketline, ajusto horários e compromissos familiares com compromissos sociais e de lazer. Gostando de trabalhar não suportaria ser um daqueles seres que respira (somente) o ar do escritório. O meu trabalho tem que me dar espaço para a família, para mim, para nós.
E não sobrevivendo sem ele, não sobreviveria só com ele.
9 comentários:
Que bom, o equilíbrio!
Posso assinar por baixo???
É q é mesmo isso...
here, here
(tipo parlamento britânico)
Que bom, morzinho. Combinar isso tudo é quase impossível para a maioria. Ganhar bem, gostar do que se faz, ter tempo para o gastar e para a família. Eu só me safava nos três últimos e já me acho privilegiada. :) bj. Luz
eu só não sei se não sobrevivia sem ele...
de resto digo "amen" a tudo!
Concordo contigo... embora ultimamente dê por mim mais vezes a suspirar por mais disponibilidade para a família e para as nossas coisas.
Muito bem apostado!
:)
Eu, aliás, antes de ter filhos, trabalhava para as férias e para os programas de fim de semana. Agora, está mais complicado. Mas havemos de voltar a equilibrar as coisas...
Bjos
Cristina
Acho que realmente o trabalho é algo que nos complementa..
beijinho
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