No meio do pequeno centro comercial - e aqui o adjectivo pequeno faz todo o sentido, porque as coisas, as pessoas, estão todas mais apertadas e não há aquele sentimento de que passamos despercebidos em todo o lado - na zona de restauração onde fomos buscar alguma coisa para comer, e onde há pessoas sentadas à mesa, precisamente a comer, vejo-o pôr o dedo no nariz, e esgaravatar e, discretamente, digo-lhe:
- Filho, por favor, tira o dedo do nariz!
E ele responde naquele tom discreto, habitual em crianças de 3 anos:
- Deixa eu tirar os macacos com o dedo!
(Pois)
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Trintões
Às vezes parece-me que andamOs aqui só a brincar às casinhas. Que isto de ter uma casa para pagar, projectos para construir o nosso lar, 2 crianças, outra projectada, e a pouco menos de um mês de completar 34 anos, olho à minha volta e sinto que em muitas coisas ainda estou na barriga da minha mãe. Ainda não cortei o cordão.
Sou uma miúda, gaiata, uma fanchonaça (expressão deliciosa utilizada por um tio-avô e que me dá assim uma ideia de miúda vivaça, cheiinha, bonita).
Não gosto de pessoas cinzentas. A minha avozinha querida, sempre que lhe mostramos uma roupa qualquer que tenhamos comprado e que não seja preta/cinzenta diz sempre: é tão bonita. Eu gosto de cores claras.
Today I feel blue.
Sou uma trintona blue.
Sou uma miúda, gaiata, uma fanchonaça (expressão deliciosa utilizada por um tio-avô e que me dá assim uma ideia de miúda vivaça, cheiinha, bonita).
Não gosto de pessoas cinzentas. A minha avozinha querida, sempre que lhe mostramos uma roupa qualquer que tenhamos comprado e que não seja preta/cinzenta diz sempre: é tão bonita. Eu gosto de cores claras.
Today I feel blue.
Sou uma trintona blue.
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