Aproximo-me, devagar, que ele é assustadiço. Ainda assim quando me vê noto-lhe o queixo a tremer e aquele ar de quem está prestes a rebentar num choro compulsivo. (que o puto é calminho, mas quando se assusta, Jesus!)
Na minha cabeça: o que é que eu faço, agora? E começo a chamar pelo outro, com aquela vozinha parva de quem fala para um bebé: onde está o mano? M., vem ver o mano, vem. E por aí fora...
Ele passa rapidamente do quase choro para o sorriso contagiante, aberto. Aquele sorriso que transparece até nos olhos. Lindo de morrer!
Por isso, Mães (to be) de mais do que um: não tenhais medo!
Mães de um só, mas que querem ser de mais, abalançai-vos.